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sábado, 27 de agosto de 2011

Laços

28.08.2011


Presente que ganhei da Maria Clara, dona do A minha pessoa ... Uma forte amizade (de laço e presilha) que se evidencia com o passar do tempo, dos fatos, dos atos e dos 'etc' ...




“Palhaço, artista
Malabarista
Incista e incista… Mas pra ela,
Fica complicado saber:
Quando o riso é mentira, máscara do ator?
Quando o jogo não mais existe?
Quando o choro é poesia?
Ela acha que é quando o mundo gira
E se passa o dia
E você permanece
Canto absurdo das horas
Alento das palavras duras
Inquilinamente, laçado a mim”



...
Agradecer fica fácil, é como sorrir.



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

De casa

... é na madrugada, quando todos se recolhem que me deparo frente as telas, imagens, fotos passadas, lembranças do dia que acaba de ir e com as expectativas do dia que chega. penso em tudo que venho fazendo, optando, escolhendo, provando e deixando de lado. há coisas que não fazem o menor sentido, mas me livro da vaidade e apenas vou com o ritmo - canção, cantiga, ou qualquer som que me deixe desnorteado, por que há tempos abortei de um caminho. e havia tantas razões, aprendidas desde a infância, para que eu negasse qualquer atalho, sabor ou prazer momentâneo e vazio, mas seja lá o que for esse 'quê' sem fundamento, ele já é plano de fundo para uma estória que eu tenho vivido. eu não me reconheço mais. nem me compreendo. eu e essa sala vazia dentro de mim. eu e este desconcerto. bastaria-me uma prece sincera, mas ainda não a tenho. choro com saudades de um outro de mim. e choro pelo desejo de reencontrar os rostos 'de casa', a cama com o colchão nem tão mole nem tão duro, a cadela preta que não esquece meu cheiro, o templo amigo e os amigos do templo. haverá tempo assim? haverá de novo apenas por já ter havido? (...) não sei.

De casa

... é na madrugada, quando todos se recolhem que me deparo frente as telas, imagens, fotos passadas, lembranças do dia que acaba de ir e com as expectativas do dia que chega. penso em tudo que venho fazendo, optando, escolhendo, provando e deixando de lado. há coisas que não fazem o menor sentido, mas me livro da vaidade e apenas vou com o ritmo - canção, cantiga, ou qualquer som que me deixe desnorteado, por que há tempos abortei de um caminho. e havia tantas razões, aprendidas desde a infância, para que eu negasse qualquer atalho, sabor ou prazer momentâneo e vazio, mas seja lá o que for esse 'quê' sem fundamento, ele já é plano de fundo para uma estória que eu tenho vivido. eu não me reconheço mais. nem me compreendo. eu e essa sala vazia dentro de mim. eu e este desconcerto. bastaria-me uma prece sincera, mas ainda não a tenho. choro com saudades de um outro de mim. e choro pelo desejo de reencontrar os rostos 'de casa', a cama com o colchão nem tão mole nem tão duro, a cadela preta que não esquece meu cheiro, o templo amigo e os amigos do templo. haverá tempo assim? haverá de novo apenas por já ter havido? (...) não sei.